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“Almeja-se uma gestão inclusiva, aberta ao diálogo e que conte com a ajuda de todos os registradores civis do estado”, destaca Rodrigo Castro, presidente eleito da Arpen/MT

Pela primeira vez ocupando o cargo de presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de Mato Grosso (Arpen/MT), Rodrigo Castro pretende exercer uma gestão inclusiva para todos os registradores do estado, buscando as melhores soluções para os desafios da atividade registral.

 

“Almeja-se uma gestão inclusiva, aberta ao diálogo e que conte com a ajuda de todos os registradores civis do estado de Mato Grosso, sempre na busca de melhores caminhos e soluções para os dilemas e desafios da nossa atividade”, enfatizou o presidente em entrevista para a Arpen-Brasil.

 

Castro deu o primeiro passo no registro civil ainda em 2007, quando assumiu o Cartório do 2º Ofício da Comarca de Jauru-MT. Ele também já foi interino no Ofício de Registro Civil do Distrito de Bom Sucesso, Comarca de Várzea Grande-MT e hoje é titular do Cartório do 2º Ofício da Comarca de Chapada dos Guimarães-MT.

 

O registrador revelou que deseja fazer o melhor para a classe e os cidadãos mato-grossenses, oferecendo segurança, celeridade e eficiência. Por conta disso, decidiu concorrer à presidência junto com uma diretoria mesclando profissionais experientes e recém-chegados.

 

“[A escolha da diretoria] se deu de forma equilibrada, contando em seus quadros com registradores civis mais experientes e com a força e disposição dos novos registradores civis, que assumiram a titularidade de suas atribuições em decorrência do término, no ano de 2021, do último concurso público realizado pelo TJ/MT”, pontuou.

 

Para o presidente eleito, o papel da Arpen/MT é essencial, também, para a vida do cidadão. É por meio da entidade que o registro civil está sempre avançando e melhorando os serviços ofertados, sempre com segurança e rapidez.

 

“A vida do cidadão é constantemente impactada pela facilidade dos serviços desenvolvidos pelas serventias extrajudiciais de registro civil. Além dos serviços já atualmente disponíveis, há projetos de novas parcerias e funcionalidades, tal como a possibilidade de emissão de passaporte pelas serventias extrajudiciais, ainda em fase preliminar de implementação”, afirmou Rodrigo.

Rodrigo Castro assume presidência da Arpen/MT

 

Confira a entrevista na íntegra:

 

Arpen-Brasil – Como iniciou a carreira no registro civil?

 

Rodrigo Castro – Em 2007 quando, em razão de aprovação em concurso público, assumi a titularidade do Cartório do 2º Ofício da Comarca de Jauru-MT. Conto também com breve passagem, como interino, pelo Ofício de Registro Civil do Distrito de Bom Sucesso, Comarca de Várzea Grande-MT e, atualmente, após aprovação em concurso público de remoção, me encontro na titularidade do Cartório do 2º Ofício da Comarca de Chapada dos Guimarães-MT.

Arpen-Brasil – O que o motivou a concorrer à presidência da Arpen/MT?

 

Rodrigo Castro – A motivação é contribuir com a classe e com a sociedade civil em geral, através de oferta de serviços seguros, com a rapidez e eficiência necessários aos anseios sociais. 

 

Arpen-Brasil – Como presidente eleito da Arpen/MT, qual a sua expectativa para o próximo biênio?

 

Rodrigo Castro – Continuar com as conquistas e avanços em prol da classe e da sociedade civil. Ainda nesse período inicial, de transição, estou tomando conhecimento dos projetos e das pautas que estão sendo objeto de discussão na Arpen-Brasil, sobretudo as envolvendo possíveis convênios vinculados aos Ofícios da Cidadania.

 

Arpen-Brasil – Quais os maiores desafios a serem enfrentados e quais são as metas para o próximo biênio? Qual será o foco da gestão?

 

Rodrigo Castro – Reconhecendo todo o trabalho e dedicação dos colegas que me antecederam na Arpen/MT, os desafios são sempre de seguir adiante, avançando nas conquistas e na melhoria dos serviços prestados pelos cartórios de registro civil, que sofreram profundas modificações em sua forma de prestação do serviço, mormente em razão da tecnologia e das novas ferramentas à disposição da classe e da população.

 

Só citando como exemplo, em 2007, quando assumi minha primeira serventia extrajudicial, a solicitação de uma 2ª via de certidão dependia do deslocamento físico ou do contato direto do interessado com o cartório do registro civil responsável pelo assento. Atualmente, com o sistema CRC e a interligação dos cartórios de registro civil, é mais fácil ao cidadão não só solicitar, como também escolher em qual cartório quer retirar sua certidão, caso necessite da mesma em meio físico.

 

Outras conquistas, como o CPF nas certidões de nascimento, representam grande avanço e serviços de grande utilidade aos usuários de nossos serviços. Em relação ao foco da gestão, almeja-se uma gestão inclusiva, aberta ao diálogo e que conte com a ajuda de todos os registradores civis do estado de Mato Grosso, sempre na busca de melhores caminhos e soluções para os dilemas e desafios da nossa atividade.

 

Arpen-Brasil – Qual a importância de ter uma associação que represente a classe no estado? De que forma a Arpen/MT pode contribuir para a vida dos cidadãos?

 

Rodrigo Castro – A importância da Associação é evidente, pois além da representatividade que confere aos registradores civis do estado em todas as esferas, como classe organizada que é, serve como ponto de convergência para os anseios e a defesa dos direitos dos registradores civil do estado.

 

A vida do cidadão é constantemente impactada pela facilidade dos serviços desenvolvidos pelas serventias extrajudiciais de registro civil. Além dos serviços já atualmente disponíveis, há projetos de novas parcerias e funcionalidades, tal como a possibilidade de emissão de passaporte pelas serventias extrajudiciais, ainda em fase preliminar de implementação. 

 

Arpen-Brasil – O que a classe registral pode esperar da Arpen/MT?

 

Rodrigo Castro – Pode esperar trabalho, empenho e dedicação, sempre em busca dos anseios e a defesa dos direitos da classe e dos cidadãos.

 

Arpen-Brasil – Como se deu a composição dos membros da diretoria?

 

Rodrigo Castro – Se deu de forma equilibrada, contando em seus quadros com registradores civis mais experientes e com a força e disposição dos novos registradores civis, que assumiram a titularidade de suas atribuições em decorrência do término, no ano de 2021, do último concurso público realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

 

Arpen-Brasil – De forma geral, como avalia os cartórios de registro civil do Mato Grosso?

 

Rodrigo Castro – Avalio de forma positiva. Todos sempre muito abertos aos avanços e novidades da atividade. Todos os que labutam em cartórios de registro civil sabem das dificuldades do dia-a-dia, mas com perseverança, resiliência, trabalho e emprenho vamos vencendo os obstáculos que se apresentam.  

 

Fonte: Assessoria de comunicação – Arpen-Brasil