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Clipping – G1 – Nascimentos caem 15% no DF em janeiro de 2021

Comparação é com mesmo período de 2020; foram 4.044 registros no mês passado e 4.767 no ano anterior. Baixa ocorreu no primeiro mês após período normal de gestação, desde início da pandemia.

A quantidade de nascimentos de bebês caiu 15,16% no Distrito Federal, em janeiro de 2021. A comparação é com o mesmo período de 2020. No mês passado, a capital registrou 4.044 nascimentos, contra 4.767 em janeiro do ano anterior.

O levantamento é da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), com base nos registros de nascimentos realizados nos cartórios do DF. A queda ocorreu no primeiro mês após o período normal de gestação, desde a chegada da Covid-19 no Brasil e, segundo a Arpen-Brasil, foi percebida em todo o país.

A associação afirma que, no Brasil, 208.968 nascimentos foram registrados no mês passado. O número é 15% menor que o contabilizado em janeiro de 2020, quando houve 244.978 registros.

O DF foi a oitava unidade da federação com maior queda do número de nascimentos. O estado que registrou a maior redução nesse período foi o Maranhão, com 26% de baixa.

De acordo com o presidente da Arpen-Brasil, Gustavo Renato Fiscarelli, a pandemia de Covid-19 \”afetou todos os aspectos vitais da população brasileira\”. \”No Registro Civil já eram nítidos os impactos nos óbitos e nos casamentos. Mas agora, passados nove meses desde o mês de abril, verificou-se o primeiro impacto na natalidade da população brasileira\”, afirma Fiscarelli.

\”Na pandemia, os casais optaram por adiar o sonho de terem filhos, o que certamente impactará futuramente no desenvolvimento do país.\”

Gravidez na pandemia

Durante a pandemia, o Ministério da Saúde colocou mulheres grávidas e puerpérias no grupo de risco para a Covid-19. A Comissão Nacional Especializada em Assistência Pré-Natal da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) também orientou os casais a esperarem para ter filhos.

Segundo o médico e presidente da Febrasgo, Olímpio Barbosa de Moraes Filho, se a mulher puder, deve adiar esse momento. \”Ao engravidar, ela precisará sair de casa para fazer exames, pode ter que enfrentar aglomerações. Se a consulta é no SUS, o hospital pode estar superlotado\”, afirma.

A farmacêutica Raquel Andrade, de 35 anos, tinha decidido junto com o marido que, em 2020, eles \”finalmente\” teriam o primeiro filho. No entanto, a pandemia atrasou os planos do casal.

\”No começo do ano, eu já tinha feito uma primeira consulta com minha médica, já tinha começado a tomar vitaminas, mas logo que tivemos a notícia da pandemia, mudamos de ideia. A própria médica disse que seria um ano mais complicado para o pré-natal, e que era melhor esperarmos um pouco mais\”, afirma Raquel.

O plano de aumentar a família não foi esquecido. No final de 2020, Raquel e o marido se sentiram mais confiantes com a situação da saúde no DF, e ela descobriu a gravidez em janeiro de 2021. \”Estamos muito felizes. Realmente o ano passado não foi muito fácil, mas agora as coisas parecem estar retomando os eixos. Espero que dê tudo certo\”, diz.


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