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Clipping – Mais Goiás – Cartório celebra 1º casamento por videoconferência da história de Goiás

Aconteceu, na última sexta-feira (2), o primeiro casamento por videoconferência da história de Goiânia. A cerimônia estava marcada para abril deste ano e seria presencial, a princípio; mas teve de ser adiada devido à pandemia de covid-19. Segundo a noiva, Rozimeire Camara dos Santos, celebrar o casamento pela internet foi uma forma encontrada pelo casal de dizer o tão sonhado “sim”.

O casamento foi consagrado pelo cartório Antônio do Prado e durou cerca de cinco minutos, sendo permitido com base no Provimento nº 41/2020, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Goiás (CGJGO), que, em setembro deste ano, autorizou a realização de casamentos civis por meio de videoconferência.

Agora casados, Rozimeire e Augusto se vestiram como manda a tradição para a realização da cerimônia. Eles se conheceram no Pará e vieram para Goiânia em 2018. Estavam juntos há cinco anos e meio quando decidiram oficializar a união.

A noiva diz que ela e o marido souberam dessa alternativa em data bem próxima da celebração presencial, e que a impossibilidade da união presencial os motivou a se casar por videoconferência. “Jamais poderíamos imaginar que seria tão especial, mesmo sendo por videoconferência. Recebemos muitas mensagens de carinho, nos sentimos extremamente amados e isso nos inundou de felicidade”, comemoram os noivos.

Outros Estados, como Santa Catarina, Maranhão, Alagoas e Minas Gerais, também já realizaram os casamentos pela internet. Segundo as normas do provimento, após a realização da cerimônia, a certidão, devidamente assinada pelo oficial, será entregue a qualquer um dos noivos, ficando a critério deles recebê-la de forma física ou por meio eletrônico.

A diretora de comunicação social da Corregedoria-Geral de Goiás, Myrelle Motta, explica que, para marcar a união a distancia, o interessado deve realizar pré-agendamento diretamente no cartório. A celebração é documentada pelo oficial do Registro Civil, comprovando a presença e a identidade dos noivos, das duas testemunhas e do juiz de paz. Casamentos coletivos ainda não podem acontecer, mesmo a distância.