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Clipping – O Globo – Profissionais se oferecem para trabalhar de graça em casamentos LGBT

Iniciativa foi motivada por recomendação da OAB-SP para que casais homossexuais se casem antes da mudança de governo 

RIO- “Trabalho de graça no seu casamento LGBT até o final do ano”, diz o anúncio espalhado pelas redes sociais. Em resposta ao conselho dado pela OAB-SP, de que casais LGBTI deveriam procurar oficializar suas uniões antes de 2019, profissionais da área de casórios em diferentes estados se disponibilizaram a ajudar gratuitamente quem tem pressa.

A hashtag #casamentoLGBT passou a ser replicada principalmente no Instagram, rede preferida entre os fornecedores de produtos e serviços para celebrações. É o caso da fotógrafa Débora Oliveira, paulistana de 34 anos, que se sensibilizou pela causa.

– Achei a proposta interessante por ser uma ação direta. Sou hetero, mas é um assunto que me sensibiliza muito. As pessoas estão preocupadas em fazer alguma coisa, mas não sabem muito bem o que fazer. Eu estou propondo fazer a ponte entre os voluntários.

No Rio, o Studio Carol Cardoso juntou três profissionais para lançar uma campanha de apoio aos casais: Carol Cardoso, Débora Riete e Alice Ferreira oferecem de graça os serviços de penteado e maquiagem. Carol, que dá nome à casa, já maquiou estrelas da comunidade LGBTI, como Gloria Groove e Pabllo Vittar.

A doceira Vitória dos Santos, de Porto Alegre, colocou seus dotes gratuitamente à disposição de casais homoafetivos que queiram trocar alianças antes da virada do ano. Especializada em doces finos, ela também está ajudando a formar uma rede de contatos para outros serviços.

– Tenho amigos que fazem fotografia e outros serviços, posso ativar minha rede de contatos para ajudar a encontrar pessoas dispostas a colaborar. E ainda posso ajudar na produção.

Também de Porto Alegre, o estudante Matheus Velasques, de 17 anos, está oferecendo trabalho voluntário para ajudar em qualquer tarefa na produção dos eventos:

–  Fiquei sabendo da campanha através de uma amiga, que postou na sua página do Facebook. O estopim para eu me mexer foi o desejo de ajudar com um ato de trabalho voluntário, pois ser LGBTI não é fácil e exige muita luta.