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Corregedoria da Justiça faz a diferença em Lajedo (PE)

A cidade de Lajedo recebeu, entre 22 e 24 de setembro, mais uma ação da Corregedoria Geral de Justiça de Pernambuco. Desta vez, foram levados ao município o Programa Um Passo a Mais pela Cidadania e a Semana de Conciliação. Com parcerias da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, do Juízo de Direito da Comarca, do Cartório de Registro Civil de Lajedo e da Secretaria de Assistência Social do Município, o evento promoveu conciliações, emissão de documentos, realização de casamentos coletivos e palestras informativas, além de prestação de serviços cartorários.

Pela Semana da Conciliação foram realizadas 180 audiências, 42 processos foram baixados e arquivados e 295 foram sentenciados. Atualmente o juiz de Lajedo, Thiago Cintra, acumula as comarcas de Lajedo, Jupi e Calçado. "Em Calçado conseguimos fazer dez casamentos, em Jupi, no dia 30 de setembro, faremos cerca de 50 casamentos, e aqui em Lajedo foram mais de 80. Nada disso seria possível sem o reforço da equipe do corregedor Eduardo Paurá", explica o magistrado.

Durante a ação, a equipe especial do Núcleo de Apoio aos Juízes (NAJ) – coordenada pela juíza assessora especial da Corregedoria, Maria Auri Alexandre – e a equipe da Corregedoria Auxiliar para o Serviço Extrajudicial – coordenada pela Juíza Fernanda Pessoa Chuahy de Paula – fizeram a diferença na rotina da comarca de Lajedo. "A conciliação é um meio alternativo de solução de conflitos que, além de trazer inúmeros benefícios às partes, desafoga o judiciário e possibilita uma prestação jurisdicional célere e eficaz, sendo de capital importância a difusão da cultura da conciliação como busca da paz social", explica o corregedor geral da Justiça, Eduardo Paurá.

Dentro das atividades do programa, foram realizados 82 casamentos, 150 fotos para documentos foram tiradas e efetuou-se a emissão de mais de 140 documentos. No mesmo dia, houve palestras no Colégio Normal palestras aos adolescentes do ensino médio sobre a importância do registro de nascimento e sobre documentos pessoais. A diretora da Escola Estadual Jornalista Manoel Amaral, Simone Anunciada Cassimiro, achou a iniciativa muito importante, principalmente pela faixa etária atingida (15 a 17 anos). "Nossos jovens não possuem uma disciplina voltada para cidadania e os pais deles muitas vezes carecem dessa informação sobre registro, preservação de documentos, escolha dos nomes, sobre paternidade", explicou a diretora, salientando o papel educativo da ação.