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Garantindo a sustentabilidade: A importância da renda mínima para os Cartórios de Registro Civil

Brasil enfrenta o desafio de manter 2.640 cartórios deficitários, incapazes de se sustentarem com recursos próprios

 

O Brasil enfrenta o desafio de manter 2.640 Cartórios de Registro Civil deficitários, incapazes de se sustentarem com recursos próprios. Diante desse cenário, vários estados implementaram a renda mínima, um aporte financeiro subsidiado por um fundo mantido pela própria classe e destinado aquelas unidades que dispõem de poucos recursos e que não atingem um patamar mínimo de receita.

 

A implementação de políticas de renda mínima nos Estados desempenha um papel crucial ao garantir a estabilidade financeira das pequenas unidades, que por sua vez desempenham um papel fundamental na documentação e no reconhecimento legal dos cidadãos que residem em pequenos municípios e que não precisam se deslocar aos grandes centros para ter acesso a serviços básicos de cidadania.

 

“Se não houvesse esse aporte, os Cartórios enfrentariam dificuldades operacionais que poderiam comprometer a qualidade e a eficiência na prestação de serviços, principalmente em nossa especialidade”, declara Gustavo Fiscarelli, presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil).

 

A existência de uma renda mínima influencia diretamente na capacidade dos cartórios de RCPN manterem os seus serviços com qualidade, permitindo que essas instituições acompanhem avanços tecnológicos, trazendo vantagens aos usuários com serviços mais eficientes, céleres e alinhados com as demandas contemporâneas.

 

Na opinião de Fiscarelli, a implementação ou garantia de uma renda mínima para todos os estados traria benefícios substanciais, assegurando à população acesso contínuo a serviços essenciais. Além disso, fortaleceria a infraestrutura e a capacidade operacional dos cartórios de RCPN, permitindo investimentos em tecnologias, fomentando a modernização e eficiência dos serviços em todo o país.

 

É importante destacar que, apesar dos avanços em vários estados, alguns ainda não contemplam essa previsão legal. Amapá, Paraná, além do Distrito Federal, encontram-se entre as regiões que não possuem legislação específica para a renda mínima, evidenciando a necessidade de uma abordagem mais abrangente para assegurar a sustentabilidade dos cartórios em todo o território nacional.

 

Confira a renda mínima destinada aos cartórios deficitários em todo o país:

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação – Arpen-Brasil