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Registradora civil de Saquarema (RJ) participa da obra Execução Civil: Novas Tendências

Entre juízes, conselheiros do CNJ, desembargadores e advogados, livro contou com a participação da registradora civil Flávia Hill

 

Foi lançada na última terça-feira (07/06), no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a obra Execução Civil: Novas Tendências, que contou com a participação de Flávia Pereira Hill, oficial de registro civil de Saquarema (RJ) e representante da classe registral no Grupo de Trabalho instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A registradora foi uma das responsáveis pela elaboração da publicação juntamente com juízes, conselheiros do CNJ, desembargadores, advogados e tabeliães.

 

O trabalho do grupo reúne artigos sobre o aperfeiçoamento do sistema de busca de bens, o incentivo à autocomposição, a realização de diagnósticos mais detalhados sobre a execução e a transformação digital dos tribunais, entre outros temas.  

 

“O livro tem por objetivo não só fazer uma análise crítica da execução civil, mas também explorar o tema de uma forma propositiva, ou seja, apresentar propostas para o aprimoramento e trazer soluções para os principais problemas detectados sobre o assunto”, explica Flávia Hill.

 

O Grupo de Trabalho se reuniu mensalmente durante todo o ano de 2021, sob a presidência do ministro do STJ, Marco Aurélio Belizze, com o objetivo de debater diferentes propostas para incrementar a eficiência do processo de execução civil no Brasil. O referido grupo foi criado por meio da Portaria 272/2020 do CNJ, e tem por finalidade contribuir com a modernização e efetividade da atuação do Poder Judiciário nos processos de execução e cumprimento de sentença, excluídas as execuções fiscais.

 

Com mais de 800 páginas, Flávia destaca que, além da extensão da obra e a densidade do material, o diferencial da publicação é o olhar plural sobre o tema. “Temos dezenas de autores que atuam em diversas regiões do país e são de diferentes carreiras jurídicas, como ministros, desembargadores, juízes, advogados públicos e privados e delegatários de serventias extrajudiciais”, comenta.

 

No que tange o serviço registral, a registradora destaca a preocupação da presidência do Conselho Nacional de Justiça em construir uma comissão diversa. “Foi constatada a necessidade e essencialidade da participação e contribuição de delegatários de serventias extrajudiciais”, explica. “A inclusão da classe nesse diálogo plural e construtivo é emblemática e uma marca da atual gestão do CNJ, visando um futuro melhor do sistema de justiça”, finaliza.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação – Arpen-Brasil